Pain of Salvation – Road Salt Two

Vazou o novo album do Pain of Salvation!!!! Hell yeah!

road_salt_two_2011

01. Road Salt Theme [00:45]
02. Softly She Cries [04:15]
03. Conditioned [04:15]
04. Healing Now [04:29]
05. To The Shoreline [03:03]
06. Eleven [06:55]
07. 1979 [02:53]
08. The Deeper Cut [06:10]
09. Mortar Grind [05:46]
10. Through The Distance [02:56]
11. The Physics Of Gridlock [08:43]
12. End Credits [03:25]

Donwload

X-AVC

Pra falar a verdade, dá até vergonha em contar sobre essa experiencia gastronomica aqui, mas vamos lá. Nessa semana, eu e o caro amigo Tiago Masseti (vocalista da banda Daydream XI) fomos para a cozinha para fazer uma receita que catamos na internet: o X-AVC. Apesar de o nome conter apenas AVC, acho que ele pode causar outros problemas para a saude de qualquer um.

Pra começar, os ingredientes:

  • 2kg de carne moida
  • 1kg de bacon
  • 800g de queijo mussarela
  • 200g de cheddar
  • 2 ovos
  • 2 cebolas
  • 2 pizzas de quatro queijos
  • sal e pimenta do reino

x-avc1

A primeira coisa a ser feita foi os hamburgers. Com os 2kg de carne e os 2 ovos batidos, a gente fez dois mestres dos hamburgers. Mas como nós não estavamos contentes o bastante, picamos duas cebolas, colocamos junto da carne e finalizamos com um pouco de sal e pimenta do reino. O resultado foi um hamburger mais ou menos do diametro das pizzas com uns 5cm de altura. Pura alegria.

x-avc2

Aí então com as pizzas já prontas, começamos a preparação do recheio. Entre os dois hamburgers, colocamos os 800g de mussarela com 500g de bacon, e em cima do segundo hamburger, finalizamos com o restante de bacon mais 200g de cheddar. Depois colocamos no forno para dar uma derretida nos queijos. O resultado foi uma torre de carne, queijo e bacon. Não ficou a coisa mais linda do mundo, mas com certeza uma das coisas mais saborosas do mundo.

x-avc3

No fim, colocamos todo o recheio entre as duas pizzas e levamos ao forno de novo.

x-avc4
x-avc5

O X no fim ficou com mais ou menos 5kg e servia tranquilo umas 7 ou 8 pessoas. Pra aqueles que desejam se aventurar nisso, a conta do mercado deu R$88,82, ou seja, R$11 dividindo em 8 pessoas (mais barato que um combo BigMac). No final, era só se servir de um pedaço e aproveitar! Bom apetite!

x-avc6

F1 2010

Ultimamente, chegando próximo ao (provável) lançamento do Gran Turismo 5, me sinto muito animado com diversos simuladores de corrida. Até semana passada, o queridinho do momento para mim era Colin McRae DiRT 2, um jogo de rally extremamente bem feito. Mas chegando perto do fim de semana, fui ao encontro do F1 2010. Apesar de não ser nenhum um pouco fã de F1, esse jogo consegue fazer com que a competição de F1 fique muito mais interessante adicionando a emoção no paddock.

F1_2010_PS3

Como simulador de corrida, F1 é um show de tão bom. As corridas são competições complexas e muito bem trabalhadas, trazendo toda a estrutura da FIA para o seu video-game ou computador. Para começar, todas as corridas possuem um tempo real de prática (1:30h) para reconhecimento da pista, três qualificatórias (20min cada) e no final a corrida que pode ser ajustada de acordo com o jogador. Como corridas de F1 normalmente duram uma certa eternidade, o jogo ficaria muito chato se isso fosse repassado diretamente para o simulador. Para isso, a CodeMaster ajustou de um jeito que o jogador pode selecionar menos voltas, por exemplo, o jogador pode fazer com que a corrida tenha apenas 20 voltas, o que diminui muito o tempo da corrida mas não é pouco tempo não, cerca de 30min para uma corrida com voltas de 1:30min.

Além da corrida, a Codemaster fez questão de que o jogador se sentisse como se estivesse em um escuderia mesmo. Para isso, o jogador possui metas por corridas que podem agradar ou não a equipe, possibilitando passagem para novas escuderias ou um salário maior. Além disso, depois de cada corrida, o jogador precisa responder uma série de perguntas feitas em entrevistas no paddock. Se as resposta do jogador não forem boas, a própria equipe ou adversários podem se sentir agredidos e diminuir a moral do corredor. Durante as corridas, também há o fato da equipe todo o momento estar falando com você, dando notícias sobre o que está acontecendo, lembrando de pit-stops, avisando sobre possíveis falhas no motor ou acidentes, entre outras coisas.

No quesito de simulação, este jogo tira altíssimas notas. Para aqueles que não conhecem algumas “regras” de corridas, sempre que a pista está molhada, o caminho que possui um melhor atrito é diferente do normal, pois este está sujo de borracha, que diminui a aderência da pista. Se você ficar com isto em mente e for jogar na chuva, verá muitos corredores sendo passados para trás, criando grandes vantagens em ambientes mais complexos. Punições da federação como corte de curva, ultrapassagem perigosa ou direção perigosa estão presentes também no jogo, podendo adicionar segundos na volta, obrigar uma passagem ou parada nos boxes ou descer o jogador algumas posições no resultado final. No total, o jogo é um requesito para amantes de simuladores, uma necessidade nem que seja apenas para curtir e conhecer o mundo da F1!

Jogos para iPhone – Star Dunk e Cut the Rope

Hoje vou falar de uma coisa que não é de interesse de todos mas que pode ser uma ajudinha para alguns: jogos de iPhone. Vou comentar sobre dois jogos mais ou menos novos, o Star Dunk, uma espécie de basketball no universo, e Cut the Rope, um puzzle envolvendo um pequeno sapo. Então vamos ao que realmente interessa!

Star Dunk

Star_Dunk
Preço: Grátis com propagandas
Avaliação na App Store: 4 estrelas
Link: iTunes

Esse é o jogo perfeito para aqueles que querem apenas ter alguma coisa para fazer quando se tem que esperar algo ou se está entediado. O jogo não tem um história a seguir, apenas um modo que você vai jogando, fazendo pontos e habilitando novas coisas. O objetivo do jogo é apenas fazer cestas, porém os pontos vão mudando dependendo do tempo que se leva para mirar, da distância e se é uma cesta direta, sem tocar na tábua.

Star_Dunk_Gameplay

A jogabilidade é muito boa, não há niveis de dificuldade (apesar do jogo ter jeito de ser fácil, ele não é). Conectado ao GameCenter, o jogador pode ir fazendo alguns objetivos para ganhar novos tipos de bolas com atributos diferentes e novos fundos com planetas diferentes atrás. Apesar do jogo ser free, dentro dele há uma opção para comprar uma versão full que não possui propagandas e outras coisas por US$1,99.

Cut the Rope

Cut_The_Rope
Preço: Grátis e Pago (US$0.99)
Avaliação na App Store: 5 estrelas
Link: Versão Paga | Versão Grátis

Muitos jogos por aí apelam pra um gráfico bonito e meigo tendo uma jogabilidade ruim. Não é o caso de Cut The Rope. A idéia do jgo é que você recebeu uma caixa com um sapo dentro e com um bilhete escrito “alimentar com doces”. O objetivo do jogo é alimentar o Sapo com um doce que está preso em cordas, então você deve ir cortando estas cordas pegando estrelas no caminho e fugindo de aranhas que possam pegar o seu doce, além de outras coisas como bolhas que ajudam o doce subir.

Cut_The_Rope_Gameplay

Além do jogo ser extremamente divertido, a dificuldade vai crescendo muito com o tempo. O jogo possui 4 conjunto de fases, que são caixas, com 25 fases em cada caixa atualmente, há uma caixa no fim dando a entender que teremos novas fases no futuro. Os gráficos do jogo são muito agradáveis e suaves, o que provavelmente levou esse jogo ao patamar de 5 estrelas na Apps Store com mais de 38mil avaliações, ou seja, muito recomendado!

iMovie para iOS4

Com a chegada do iPhone4 com uma bela de uma camera de video que filma em HD, foi lançado também o iMovie, um app da Apple que serve para você editar o video para depois publicar no YouTube (diretamente do celular) ou apenas para mostrar para os amigos no computador ou no celular.

No iMovie, o usuário pode pegar um video ou vários videos, colocar uma trilha sonora de dentro da playlist dele, botar transições entre os vídeos, legendas de introdução e outras coisas do tipo. O mais legal é que é tudo muito fácil! Antes de baixar o aplicativo eu pensei “Ou tudo nesse app é extremamente automatizado, ou completamente complicado”, mas o resultado final é um aplicativo que deixa o usuário usar seu pensamento e adcionar valor no se video de uma maneira simples, com poucos botões e apenas com os recursos necessários, sem muita perfumaria.

Na primeira tela do aplicativo, dá para se controlar os projetos, ou seja, dá para fazer mais de uma montagem de video por vez. Aqui as funções são apenas de abrir um projeto, criar novo, exportar, tocar, deletar ou pedir ajuda (não é aos universitários).

Abrindo um projeto, a interface mostra o video que está sendo gerado, uma timeline embaixo e quatro botões: voltar para a tela inicial, adicionar media (musica, video ou foto), tocar e filmar. Quando se adciona um video, ele automaticamente já vai pra timeline. Também dá para selecionar apenas uma parte do video, do mesmo jeito que é feito quando se está no aplicativo Photos. Adicionar uma musica é basicamente a mesma coisa, automaticamente ele já diminui o volume da musica para que se dê para ouvir o som do video. Mas se no video for desabilitado o som, a musica toma conta até o fim da parte selecionada, ou seja, se você tem um video na introdução que quer apenas a musica, mas quer que o video que vem logo depois tenha som, o iMovie já arruma para que na segunda sessão a musica toque com um volume mais baixo. Além disso, dá ainda para adcionar uma legenda dependendo do tema que foi selecionado para o video. Se o usuário não estiver com vontade de usar as suas musicas, o iMovie vem também com uma série de musicas de estilos diferentes.

Com tantos videos que eu fiz dos meus cachorros para testar a camera, não achei nada mais justo que testar o iMovie também com os videos dos meus cachorros ao som de Bang-Band da banda Pata de Elefante. O resultado final foi esse:

O aplicativo em sí é muito interessante para aqueles que gostam de filmar com os seus iDevices. Mas para os que não filmam ou que só usam em caso de muita necessidade, o aplicativo perde um pouco do seu sentido. Afinal, US$4.99 parece mais não é pouco! See ya, folks!

iPhone 4

Primeiro de tudo, muito tempo sem escrever nada. Até esqueci como se usava o WordPress. Mas beleza, to de volta (não sei por quanto tempo) e pronto pra falar sobre uma das coisas que mais gerou ruído nos útilmos meses: o iPhone4.

Na semana passada, o meu exemplar chegou em casa, embaladinho, com simbolo da ANATEL e tudo mais (comprado na Vivo). Depois de ativado e tudo mais, primeira coisa que eu fiz foi comparar ele com o meu antigo iPhone 3G. Sem enrolação, veredito: absurdamente sem a mínima sombra de dúvidas dez bilhões de vezes melhor em todos os aspectos.

Duas coisas que me surpreenderam demais foram a qualidade da nova tela (Retina Display), que é muita mais definida que qualquer outro device de mesmo tamanho que eu já tenha visto, e a camera, que até para um fotógrafo serve de camera portátil com boa resolução. Pra mostrar sobre a camera, coletei alguns samples para vocês verem a qualidade do brinquedinho.

Além de tirar foto normalmente como qualquer outro aparelho, depois do iOS 4.1 (sistema operacional do iPhone) há também a função HDR, ou High Dynamic Range. Para aqueles que não compreendem sobre HDR, recomendo a leitura do Post High Dynamic Range que eu escrevi anteriormente, lá tem a explicação do processo. Bom, primeiramente vou mostrar uma foto tirada com processo normal, como qualquer foto que todos nós poderiamos tirar com os nossos celulares. Dêem uma olhada na qualidade da foto:

iphone_photo_normal

Pra quem conhece o processo e o trabalho que envolve fazer uma foto em HDR, é impressionante ter um celular que tira fotos e processa em HDR na hora. Além disso, é impressionante a velocidade que ele gera o resultado, não dura 20s! O resultado é para aquelas pessoas que tiram uma foto na rua ou que alguma parte da foto é extremamente clara ou escura. Usando o HDR do iPhone, a foto sai toda clara, sem perda de qualidade. A foto de cima foi tirada em HDR, mas o iPhone salva tanto a versão em HDR como a versão Original da foto. Segue pra vocês a versão em HDR da mesma foto:

iphone_photo_HDR

Legal né? Bem útil para fotos de dia com o céu atrás. Outro problema que eu vejo muito na fotografia em geral, é foto definida com ausência de luz. Com cameras profissionais, nós consiguimos bons resultados porque é um dispositivo feito para fotos com definição. Já um celular é feito para ligar, não para tirar fotinhos, apesar de hoje em dia isso ser muito útil e quase uma obrigação. Então meu próximo teste foi tirar uma foto em um local com pouca luz. Para melhorar, um taxista de Porto Alegre me ajudou a tirar uma foto bem legal pra vocês quando eu estava voltando pra casa. Apesar da foto ficar bem granulada (ISO alto), a definição dela é aceitável e sem borrões.

iphone_photo_dark

Para finalizar os testes, fiz um video para ver a qualidade do movimento. Não é um super video cinematográfico, mas é uma bela camera, que filma bem em HD 720p com uma definição bem aceitável. Fiz um video estrelando a minha cadela, a Mana, uma Shih Tzu muito louca. Recomendo ver em 720p:

Era isso pessoal! Se quiserem e puderem, deixem os seus cometários aí! Tentarei não demorar para fazer um novo post! Até mais, amigos!

Black Label Society – Order Of The Black

Não tenho medo de dizer que Order Of The Black é o terceiro melhor CD da discografia do Black Label Society, depois de Mafia e Blessed Hellride. Shot to Hell foi um baita CD, mas não chega nem aos pés do que que foi Mafia, por exemplo, um album cheio de licks clichês e perdido entre um rock leve e heavy metal.

Já Order Of The Black foi escrito pelo mesmo Zakk Wylde que escreveu musicas fantásticas no passado, como Bored To Tears, Horse Called War, Suicide Messiah, entre muitas outras. Sem falar da clássica parada no meio do Heavy Metal puro para uma faixa de shreding acústico louco do demonio, coisa que só o Zakk faz mesmo. O album também traz umas baladas típicas de BLS, me lembrando muito a época de Stronger Than Death e 1919 Eternal, com piano, baterias mais calmas e guitarras com um timbre mega suave.

Aí está o Setlist do CD e o download com duas faixas exclusivas. Bom proveito e horns up!!

bls_-_order_of_the_black

Download
Set-list:

  • 01. Crazy Horse
  • 02. Overlord
  • 03. Parade of the Dead
  • 04. Darkest Days
  • 05. Black Sunday
  • 06. Southern Dissolution
  • 07. Time Waits for No One
  • 08. Godspeed Hellbound
  • 09. War of Heaven
  • 10. Shallow Grave
  • 11. Chupacabra
  • 12. Riders of the Damned
  • 13. January

Exclusive Best Buy Tracks

  • 14. Junior’s Eyes (Terence Butler, Anthony Iommi, John Osbourne, William Ward)
  • 15. Helpless (Neil Young)

Ozzy Osbourne – Scream

Nada para comentar… é Ozzy! Ponto.

Ozzy_Osbourne_Scream

Download
Set-list:

  • 1. “Let It Die”
  • 2. “Let Me Hear You Scream”
  • 3. “Soul Sucker”
  • 4. “Life Won’t Wait”
  • 5. “Diggin’ Me Down”
  • 6. “Crucify”
  • 7. “Fearless”
  • 8. “Time”
  • 9. “I Want It More”
  • 10. “Latimer’s Mercy”
  • 11. “I Love You All”

iTunes pre-order bonus

  • 12. “One More Time”

Japanese edition bonus

  • 12. “Jump the Moon”

Jeff Zwart @ Porsche GT3 CUP

Esse video é demais. Para pessoas que carros são meros meios de transporte, é um saco e, provavelmente, idiota. Mas pra quem curte carros, corridas e mecânica, esse video é o “ó do borogodó”, como diria minha mãe.

O video é um Time Attack no Porsche GT3 CUP em Pikes Peak. Dirigindo o Porsche 911 está Jeff Zwart, que levou o troféu para casa neste dia. Dêem uma olhada:


(Fonte: http://vimeo.com/13014363)

ModNation Racers – Review

Quando fiquei sabendo do desenvolvimento desse jogo, achei impressionante como pegaram duas idéias extremamente boas e transformaram um jogo que, por mim, será um dos melhores jogos do ano.

modnation_racers_logo

ModNation Racers é, nada mais nada menos, que a junção da jogabilidade (talvez até melhore) das corridas de Mario Kart com a possibilidade de personalização do jogo do Little Big Planet, mas, por favor, não vão levar isto ao pé da letra! Os desenvolvedores do ModNation Racers, SCE San Diego Studio e United Front Games, são quase novatos no mundo de games. Na realidade, o novato mesmo é a United Front, a qual apenas produziu ModNationRacers (PS3 e PSP) e está produzindo True Crime (X360, Windows e PS3). Já a San Diego Studio é responsável pelos jogos NBA desde 2005, MLB desde 2006 entre outros, como Pain e High Velocity Bowling.

O jogo em sí é fantástico, tirando alguns probleminhas aqui e acolá. A dirigibilidade dos karts é uma coisa estranha num primeiro momento, mas depois que o jogador pega o jeito, fica muito bom, pois as diferentes ações estão todas separadas, aproveitando bem todos os botão do DualShock3. Os gráficos também são impecáveis, com bonequinhos nem um pouco parecidos com a vida real, fazendo o jogo muito divertido e, de certo modo, engraçado.

A história do jogo é basicamente um piloto de kart chamado Tag que está disputando o ModNation Championship (MNC), e durante o caminho encontrará vários inimigos um tanto quanto raivosos, querendo quebrar o kart de todos. Cada corrida tem 3 tipos de “achievements”, sendo o primeiro chegar no mínimo em 3º lugar e o segundo/terceiro chegar em 1º e algum outro tipo objetivo (pontos em drift ou draft, destruir tantos inimigos, etc…). Cada “achievement” dá ao player 3 novos objetos, ou para o kart, ou para o bonequinho ou para fazer novas fases, o que motiva muito alguns jogadores a fazerem uma corrida várias e várias vezes até conseguir todos os achievements.

Mas acho que o ponto importante do jogo está onde o jogador faz o que bem pretende: criar. O jogo dá simplesmente total liberdade para o jogador criar novos Karts e novos bonecos. As possibilidades são tantas que ao procurar na internet, se encontra alguns personagens conhecidos como Mario, Sonic, Drake, Kratos, entre outros, sendo que Drake e Kratos são personagens feitos pela própria distribuidora (Sony).

Porém ainda há pontos que o jogo tem que ficar mais maduro. Por exemplo, “menu” do jogo é um parque o qual o jogador dirige para chegar nas opções que são barraquinhas. Neste parque (ModSpot), já vi várias vezes karts do computador que ficam andando de um lado para o outro, trancados no meio do nada. Outro problema é o loading do jogo. O tempo de carregamento inicial, de uma corrida ou do ModSpot, é realmente muito grande. Não se surpreenda se ficar alguns minutos inúteis na frente da porcentagem do Loading. Tenho esperança que estes problemas sejam resolvidos com alguns updates. Obs.: o jogo foi lançado dia 25/Maio nos Estados Unidos, dia 30 (quando recebi o jogo), já existia um update 1.01 do jogo.

Em geral, o jogo é fenomenal: uma baita jogabilidade, ótimos gráficos e uma gigantesca possibilidade de personalização do jogo, pecando apenas nos longos loadings.

Nota final:

Para cima