Apple Store Brasil

Meses atrás, rumores de uma Apple Store Brasil tomaram conta dos sites de tecnologia brasileiros e hoje o rumor foi em frente! Uhuuul! Apple Store Brasil está aberta e pronta para negócios! Link na imagem!

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Guitar Hero Metallica – Review

Na semana passada fiz meu pedido do Guitar Hero Metallica, o qual eu já esperava a muito tempo pra comprar. Quando o jogo chego, foi uma felicidade só né. Me senti uma criança, claro que um pouco maior, mais metaleira e com um poder de destruição um pouco mais avantajado, mas são apenas detalhes.

Antes de comprar o jogo, procurei alguns reviews na internet, como sempre faço, só pra saber o que eu estou comprando. Nestes reviews eu li muito a frase “o jogo mais dificil da série Guitar Hero” e sempre pensava “jura né, maricas”. Depois de jogar (e muito) eu concluo, é o jogo mais dificil da série! Infelizmente só tinha os periféricos do Rock Band para jogar, mas felizmente eles são compatíveis. Foi realmente dificil se acostumar, afinal a bateria do GH possui pratos que são usado pra algumas coisas especiais no jogo (a bateria do RB não possui) e também a disposição dos pads são diferentes, mas nada que um mestre como eu não se vire!

Em questão de gráficos, o Rock Band mata a pau. No jogo, tirando o Rob Trujillo (baixo), todos os outros integrantes do jogo parecemestar inchados e com problemas nas mãos. Até é engraçado. Tirando os jogadores com problemas linfáticos, os movimentos dos integrantes são perfeitos! E quando eu digo perfeito, eu falo em movimentos de palhetadas, movimentação em palco, solos, performance especiais em musicas, batidas em pratos, etc. exatamentes iguais ao Metallica ao vivo! Pra alguns isso não é nada, mas para um (mega) fã de metallica, isso é diversão pura!

Guitar Hero Metallica

Guitar Hero Metallica

Além dos integrantes da banda, também se dá para jogar com Lemmy (baixo – Motorhead) e King Diamon (vocal – Mercyful Fate), o que não é muita coisa, mas também um pouco empolgante. Comparando ao Rock Band (de novo), o estilo de jogo de carreira é muito mais divertido. Enquando no Rock Band 2 é necessário fazer show de musicas separadas e show de set lists completos, no Guitar Hero Metallica o jogador vai passando por palcos famosos do Metallica (como o da tour Snake Pit) tendo que fazer um numero certo de estrelas nas musicas para habilitar novos palcos, ou seja, o jogador escolhe quais musicas tocar e depende da performance pra evoluir, e não de simplesmente tocar a musica.

As unicas falhas, para mim, foram 2 apenas: 1) Não adicionar todo cd Death Magnetic no jogo, aproveitando o seu lançamento recente; 2) Não implementar os integrantes da banda no jogo com épocas diferentes, assim como o RB Beatles fez. Seria muito interessante jogar com a banda cabeluda e esfarrapada no meio dos anos 80 no palco “And Justice For All…” tocando musicas daquela tour ainda com os baixistas Jason Newsted (atualmente Voivod) ou então nos inicio dos anos 80 na época “Kill’em all” ainda com o baixista Cliff Burton (falecido em 86) em pequenos pubs americanos… mas enquanto isso não acontece, continuo feliz com o jogo assim. See ya, folks and horns up!

Próximo Review: Rock Band Beatles (até o fim do mês)

Nota final:

Family Guy: Disney Version

Quando conheci Family Guy, achei muito afudê todas aquelas historinhas bizarras com flashbacks sem noção mas hoje quando eu vi no Trendy House Pepsi um post, eu fui obrigado a repassar isso, dêem uma olha ai!

Genial! [via Trend House Pepsi]

Google salvando a nação brasileira

Desde que eu me lembro por gente, eu sempre fui um grande admirador do Google. Confesso que sou muito suspeito falando sobre a empresa e seu produtos. Já fiquei parcialmente contra a empresa como, por exemplo, na semana passada que o Google enviou um e-mail para um grupo de desenvolvedores que estão utilizando o Android em celulares que “não são suportados” segundo a nossa querida Google dizendo que se eles não parassem, seriam castigados (provavelmente, judicialmente). Para falar a verdade, eu fiquei contra a atitude do Google em um primeiro momento, porém depois pensei que realmente eu não sei se esse SO é realmente “free”, ele deve ter um valor dentro do aparelho vendido com Android embarcado com certeza (falei que eu sou suspeito) mas de qualquer jeito, isso não é o assunto que eu quero comentar neste post.

Sempre fiquei muito surpreso e ansioso com todas as aplicações (ou as principais, pelo menos) que são lançadas pelo Google, como o Docs, Maps, Moon, Notes, Waves (ainda esperando), Desktop, Chrome e mais alguns outros do Labs. Mas eu realmente fiquei ansioso para ver o resultado quando o Google começou a demonstrar algum tipo de atenção para a comunidade brasileira com as primeira imagens de alta resolução do Maps. Tá certo que são imagens aereas, não de satélites (outra hora falo um pouco sobre isso), mas já acho que é uma iniciativa e tanto. Logo depois vieram com toda a rede de transporte público de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Ai veio a minha grande surpresa: Street View. Para os que não conhecem, é possivel ver a rua em 360º em praticamente todo os EUA. No Brasil, o projeto ainda está em andamento com alguns Stilos vermelhos passando pelas cidades, tirando fotos. Achei que pararia por ai, mas para minha surpresa, nos ultimos dias o Google implementou a aplicação de transito nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte (de novo). Não são todas as ruas, porém já é divertido!

Aplicação de transito no Google Maps em SP

Aplicação de transito no Google Maps em SP

O mais legal de tudo é que nos horários de pico, mal se dá pra ver ruas verdes em SP >D Mas talvez com o tempo e as pessoas aprendendo a usar o Maps (talvez até a Prefeitura ou o Instituto de Engenharia de Transito) as coisas mudem, ruas que são inuteis em uma mão hoje em dia podem ser mais úteis se estão na outra direção, mais gente revendo o seu caminho de ida/volta do trabalho, até algumas pessoas desistindo de sair por um alto nivel de transito, e (o melhor de tudo) um pouco mais de eduação de transito para todos. Talvez isso tudo ajude a melhorar pelo menos essas pequenas coisas nessas cidades fazendo um pouco mais agradavel o ato de visitar e morar nelas.

Mas mesmo assim mal posso esperar por mais uma enchente só pra ver como fica o mapa! See ya, folks!

High Dynamic Range

Dando uma futricada nas minhas antiguarias do inicio/meio desse ano achei uns testes de HDR muito divertidos. Para aqueles que não conhecem, HDR (High Dynamic Range) em fotografia é um processo no qual se aumentar o alcance dinamico na foto, ou seja, deixar com que as cores e sombras fiquem o mais parecidas com a luminacia do olho humano. (Para uma explicação melhor e mais técnica com alguns exemplos visitem: Wikipedia). Uma informação bem técnica que mostra um pouco da diversão da HDR é que o normal é se trabalha em fotos de 8 ou 16bits, uma HDR recém formada usa 32bits.

Em termos de processos para se fazer HDR, eles são um pouco complexos e que não sabe muito, faz algo legal, mas não extraordinário (ex.: eu!). O processo q eu utilizo abrange um tripé e 5 fotos, cada uma com uma compensação de exposição diferente, indo de -2 até +2. Com as fotos “em mãos”, as fotos são sobrepostas com um processamento específico para o HDR e depois é só tratamento.

Do meus testes, 3 (quase) foram bem sucedidos:

4 fotos: -1EV, 0EV, +1EV, +2EV

4 fotos: -1EV, 0EV, +1EV, +2EV


5 fotos: -2EV, -1EV, 0EV, +1EV, +2EV

5 fotos: -2EV, -1EV, 0EV, +1EV, +2EV


5 fotos: -2EV, -1EV, 0EV, +1EV, +2EV

5 fotos: -2EV, -1EV, 0EV, +1EV, +2EV


Não são grandes coisas perto de alguns caras que são muito bons em HDR (ex: Omar Junior), mas levando em conta que foi meus primeiros contatos com HDR, tá aceitavel… eu acho.

Zune HD

Buenas, galera. Pra começa essa bagaça pensei muito sobre o que comentar, mas também não queria falar sobre algo rotineiro, muito gasto, logo teria de ser algo um pouco mais fora do núcleo de conhecimento público, logo cheguei no Zune HD.

Não tenho vergonha de falar pra todos que eu tenho um certo receio (gigantesco) em relação a qualquer coisa que a Microsoft lança ou bota as mãos, porém o Zune HD foi algo que realmente me supreendeu positivamente.

Zune HD

Zune HD

Com uma tela de 3.3 polegadas, o Zune pode ser considerado uma inovação no mundo dos
PMPs (portable media player). Em formato padrão, o Zune já vem com FM e Rádio de Alta Qualidade (infelizmente, somente nas areas disponíveis, ou seja, exclua Brasil), touchscreen de vidro anti-riscos, wi-fi (incluindo a sincronização), tamanhos de 16 e 32 GB e uma linda tela de formato widescreen (16:9) de OLED (o que ajuda e muito na bateria).

Não tive o prazer de te-lo em mãos, mas pelo o que dizem as bocas hi-techs da internet, a interface de usuário está como a pior parte do aparelho, porém não é ruim, apenas um pouco dificil de se acostumar. No resto, o aparelho pode se tornar um grande media center para casa, porém com um gasto adicional: US$90.00. Este gasto se dá pela compra do Dock para conectar o Zune na TV, e vem acompanhado com um cabo HDMI, antena e rádio, controle remoto e um cabo RCA. Pelo os resultados demonstrados pelo Gizmodo, a solução parece ser incrivel, mas tenho minhas duvidas em questão da velocidade de acesso dos menus e etc. O mais interessante é que há a possibilidade de se carregar qualquer filme em HD (720p) no Zune e reproduzir com a definição completa na TV pelo Dock. Além do Dock completo para alta definição, há também um Dock de formato normal por US$20.00, porém acho que seria um gasto sem muito retorno, diferente do Dock de alta definição.

Com uma visão geral do aparelho, digo que ele é realmente magnífico (mesmo sendo Microsoft) porém não acho que venha a ser um grande perigo para o iPod Touch e para o Nano, afinal o nome Zune já foi posto na fogueira a muito tempo, e para sair das cinzas, não será tão simples. O preço está razoavel para alguem que quer um PMP de um bom nível com um preço aceitavel: US$220 pelo modelo de 16GB e US$290 o de 32GB. Se quiserem mais detalhes, sugiro uma passada no Gizmodo, que fez um review completo. See ya, folks!!

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